1
A toalhinha. Game sim, game não, muitos tenistas solicitam aos boleiros uma toalha para dar uma enxugada no suor do rosto e dos braços. Sensação da atual temporada, o espanhol Rafael Nadal (foto) até exagera: costuma se enxugar a cada mísero ponto. Ou seja, está sempre limpinho.

2
Os gritos. De uns anos para cá, quase todos os tenistas gritam na hora de bater na bola. Guga geme. Sharapova berra. Isso atrapalha os adversários.

3
As desculpas. A bola toca na rede e desvia do rival. Sorte. Aí o beneficiado se desculpa. Seria assim um goleiro pedindo perdão pelo chute na trave.
4
A escolha da bola ideal. Boleiros chegam a dar quatro bolas ao sacador. Ele olha cada uma, alisa os pêlos e só aí escolhe. Faz tanta diferença mesmo?
5
A conversa com a raquete. Quando esperam o outro sacar, eles costumam falar sozinhos com a raquete, apertando e desapertando suas cordas.
6
O aperto de mão. Esta é uma mania até legal. Acabou, perdeu? Vai lá na rede e cumprimenta o vencedor. Mesmo que esteja com a maior raiva dele.

7
O olharzinho pro técnico. No tênis, treinador só assiste. Não pode falar com o pupilo no jogo. Aí fica aquela, às vezes, confusa troca de olhares.
8
O erro repetido. Eles erram, jogando a bola na rede ou para fora. Depois, num balé do invisível, repetem o movimento que deveriam ter feito.
9
A banana. Como tenista gosta de banana! É o alimento favorito nos intervalos entre os games. As outras frutas também merecem atenção.
10
A contagem. Que graça teria o tênis se fosse por pontos corridos? É de cem, eu começo. Nenhuma, né? Aí inventaram o 0-30, 15-40, game, set...












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